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Ciranda de Afetos
Na antiga ciranda da vida, rodopiando acelerado, gira o mundo de memórias, de afetos... Em cumplicidade, as folhas poéticas cantam Cartola, entoando saudades e vivências ancestrais... Entre o canto das três raças e a ciranda de Cosme, Damião e Doun, as mãos se unem, em comunhão, em ubuntu... Bate palmas, sereia do mar, no compasso do coração. Gira a roda, ensina a roda, dialeticamente desnuda... Em cada fala uma interrogação, girando na roda cirandeira. Nos pontos, as reticências sorriem confiantes: construindo, descontruindo, ressignificando cores e sons diversos ...
Valnia Véras
Enviado por Valnia Véras em 11/11/2025
Alterado em 11/11/2025 Comentários
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