![]() |
|
![]()
Sem mamulengos entoam-se as vozes do amanhã
A vista que não enxerga o interior da identidade,
apequena-se no estreito horizonte vazio e mesmo diante da ensolarada e inebriante liberdade, esconde-se na escura caverna do apedeutismo vil. Num costurar de intrigas e estórias fantasmagóricas, os mamulengos separam, dividem, classificam, numa triagem de vidas que tentam reificar. Entre o longe e o perto, o profundo e o rasteiro, em contraponto ao teatro de bonecos, voam as ideias, entoadas pelas vozes do amanhã.
Valnia Véras
Enviado por Valnia Véras em 21/10/2026
Alterado em 21/10/2026 Comentários
|


