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Naquele dia
A alegria, vestida e travestida,
bate palmas para a vitória do gigante que se encontrava adormecido. Em barcos, cadeiras de rodas, “a pé”… Pessoas avançavam, envoltas em bandeiras coloridas. Soberano, o povo estampava nos sorrisos estelares a resistência, a persistência do existir. Naquele dia, o sonho, de mãos dadas com a alegria, sussurrou-me: é preciso acreditar.
Valnia Véras
Enviado por Valnia Véras em 27/10/2026
Alterado em 27/10/2026 Comentários
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